quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Cai a transmissão de HIV da mãe para o filho

Retirado do site do Ministério da Saúde 


Resultado do boletim Epidemiológico Aids/DST 2010, divulgado nesta quarta-feira (1º de dezembro) pelo Ministério da Saúde, reforça tendência de queda na incidência de casos de aids em crianças menores de cinco anos. 

Comparando-se os anos de 1999 e 2009, a redução chegou a 44,4%. O resultado confirma a eficácia da política de redução da transmissão vertical do HIV (da mãe para o bebê). Mas, em relação aos jovens, pesquisa inédita aponta que, embora eles tenham elevado conhecimento sobre prevenção da aids e outras doenças sexualmente transmissíveis, há tendência de crescimento do HIV. 

O levantamento feito entre jovens, realizado com mais de 35 mil meninos de 17 a 20 anos de idade, indica que, em cinco anos, a prevalência do HIV nessa população passou de 0,09% para 0,12%. O estudo também revela que quanto menor a escolaridade, maior o percentual de infectados pelo vírus da aids (prevalência de 0,17% entre os meninos com ensino fundamental incompleto e 0,10% entre os que têm ensino fundamental completo). 

Os dados confirmam que o grande desafio é fazer com que o conhecimento se transforme em mudança de atitude. De acordo com a Pesquisa de Comportamento, Atitudes e Práticas da População Brasileira (PCAP 2008), 97% dos jovens de 15 a 24 anos de idade sabem que o preservativo é a melhor maneira de evitar a infecção pelo HIV, mas o uso cai à medida que a parceria sexual se torna estável. O percentual de uso do preservativo na primeira relação sexual é de 61% e chega a 30,7% em todas as relações com parceiros fixos. 

Para Dirceu Greco, diretor do departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, a pesquisa traz um alerta aos jovens que não se veem em risco. "O jovem precisa perceber que a prevenção é uma decisão pessoal e que ele não estará seguro se não se conscientizar e usar o preservativo", enfatiza. 

O resultado positivo para o HIV está relacionado, principalmente, ao número de parcerias (quanto mais parceiros, maior a vulnerabilidade), coinfecção com outras doenças sexualmente transmissíveis e relações homossexuais. O estudo é representativo da população masculina brasileira nessa faixa etária e revela um retrato das novas infecções. “Por isso, estamos investindo cada vez mais em estratégias para essa população”, explica o diretor. 

Atento a essa realidade, o governo brasileiro tem desenvolvido e fortalecido diversas ações para que a prevenção se torne um hábito na vida dos jovens. A distribuição de preservativos no país, por exemplo, cresceu mais de 100% entre 2005 e 2009 (de 202 milhões para 467 milhões de unidades). Os jovens são os que mais retiram preservativos no Sistema Único de Saúde (37%) e os que se previnem mais. Modelo matemático, calculado a partir dos dados da PCAP, mostra que quanto maior o acesso à camisinha no SUS, maior o uso do insumo. 

Outra estratégia de impacto para essa população é o Programa Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE), uma iniciativa conjunta entre Saúde e Educação. Criado em 2003, hoje está presente em cerca de 66 mil instituições de ensino. Mais do que distribuir camisinhas, o programa insere a temática de prevenção e promoção da saúde sexual e reprodutiva no cotidiano das escolas públicas, que são um espaço permanente de discussão. “Para o governo, está muito claro que a oferta da camisinha deve estar atrelada à informação, para que o jovem tome decisões conscientes”, reforça Greco. 

A Saúde também atua na ampliação do diagnóstico do HIV/aids – que é uma medida de prevenção, já que as pessoas que conhecem a sua sorologia podem se tratar para evitar novas infecções. Em quatro anos (2005 a 2009), o número de testes de HIV distribuídos e pagos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) mais que dobrou: de 3,3 milhões para 8,9 milhões de unidades. Da mesma forma, o percentual de jovens sexualmente ativos que fizeram o exame aumentou – de 22,6%, em 2004, para 30,1%, em 2008. 

Campanha publicitária – Como parte da estratégia para reduzir novas infecções, a campanha do Dia Mundial de Luta contra a Aids deste ano é voltada para meninos e meninas de 15 a 24 anos. Com o slogan “A aids não tem preconceito. Você também não deve ter”, a ideia é despertar o jovem para a proximidade da doença com o mundo dele. “Muitos acreditam que uma pessoa com boa aparência está livre de doenças sexualmente transmissíveis, o que é um mito”, esclarece Dirceu Greco. 

As peças mostram pessoas vivendo com HIV ao lado de outras que não têm o vírus. A mensagem deixa claro que um soropositivo é como qualquer outra pessoa; por isso, a decisão de usar camisinha não pode ser baseada na aparência do parceiro. A campanha também traz a reflexão sobre o preconceito. Com a participação de jovens vivendo com HIV, o material publicitário mostra que os jovens com aids podem namorar, trabalhar e ter uma vida normal, como qualquer outra pessoa dessa idade. Serão veiculados spots de rádio e vídeo para TV, entre os dias 1º e 31 de dezembro de 2010. Cartazes, folders, mobiliários urbanos e busdoors também fazem parte do material publicitário, que será distribuído em todo o Brasil. A campanha completa está disponível no hotsite 
www.todoscontraopreconceito.com.br. 

Aids no Brasil
Os novos números da aids (doença já manifesta) no Brasil, atualizados até junho de 2010, contabilizam 592.914 casos registrados desde 1980. A epidemia continua estável. A taxa de incidência oscila em torno de 20 casos de aids por 100 mil habitantes. Em 2009, foram notificados 38.538 casos da doença. 

Observando-se a epidemia por região em um período de 10 anos – 1999 a 2009 – a taxa de incidência no Sudeste caiu (de 24,9 para 20,4 casos por 100 mil habitantes). Nas outras regiões, cresceu: 22,6 para 32,4 no Sul; 11,6 para 18,0 no Centro-Oeste; 6,4 para 13,9 no Nordeste e 6,7 para 20,1 no Norte. Vale lembrar que o maior número de casos acumulados está concentrado na região Sudeste (58%). 

Atualmente, ainda há mais casos da doença entre os homens do que entre as mulheres, mas essa diferença vem diminuindo ao longo dos anos. Esse aumento proporcional do número de casos de aids entre mulheres pode ser observado pela razão de sexos (número de casos em homens dividido pelo número de casos em mulheres). Em 1989, a razão de sexos era de cerca de 6 casos de aids no sexo masculino para cada 1 caso no sexo feminino. Em 2009, chegou a 1,6 caso em homens para cada 1 em mulheres. 

A faixa etária em que a aids é mais incidente, em ambos os sexos, é a de 20 a 59 anos de idade. Chama atenção a análise da razão de sexos em jovens de 13 a 19 anos. Essa é a única faixa etária em que o número de casos de aids é maior entre as mulheres. A inversão apresenta-se desde 1998, com oito casos em meninos para cada 10 em meninas. 

Em números absolutos, é possível ver como a redução de casos de aids em menores de cinco anos é expressiva: passou de 954 casos, em 1999, para 468, no ano passado. Quando todas as medidas preventivas são adotadas, a chance de transmissão vertical cai para menos de 1%. Às gestantes, o Ministério da Saúde recomenda o uso de medicamentos antirretrovirais durante o período de gravidez e no trabalho de parto, além de realização de cesárea para as mulheres que têm carga viral elevada ou desconhecida. Para o recém-nascido, a determinação é de substituição do aleitamento materno por fórmula infantil (leite em pó) e uso de antirretrovirais. A medida consta no Plano de Redução da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis, lançado em 2007 e pactuado com estados e municípios. 

Em relação à forma de transmissão, entre os maiores de 13 anos de idade prevalece a sexual. Nas mulheres, 94,9% dos casos registrados em 2009 decorreram de relações heterossexuais com pessoas infectadas pelo HIV. Entre os homens, 42,9% foram por relações heterossexuais, 19,7% homossexuais e 7,8% bissexuais. O restante foi por transmissão sanguínea e vertical. 

Apesar de o número de casos no sexo masculino ainda ser maior entre heterossexuais, a epidemia no país é concentrada. Isso significa que a prevalência da infecção na população de 15 a 49 anos é menor que 1% (0,61%), mas é maior do que 5% nos subgrupos de maior risco para a infecção pelo HIV – como homens que fazem sexo com homens, usuários de drogas injetáveis e profissionais do sexo. 

O coeficiente de mortalidade vem-se mantendo estável no país, a partir de 1998 (em torno de 6 óbitos por 100 mil habitantes). Observa-se queda no Sudeste, estabilização no Centro-Oeste e Sul. Norte e Nordeste registram queda no número de óbitos. 
Retirado do site do Ministério da Saúde


terça-feira, 26 de outubro de 2010

Filmes de Saúde : 1

Aqui vão umas dicas de filmes que abordam a tematica da saúde .

1.Epidemia  dir: Wolfang Petersen



Do mesmo diretor de Troia(2004) Epidemia, conta com um exelente elenco para narrar de forma completamente inverossímil a ação de médicos militares e seus esforços em conter uma epidemia.



2. As Invasões Bárbaras dir : Denys Arcand



Rodado no Canadá este filme aborda a questão do sistema de saúde canadense focando em  seu protagonista, o paciente terminal Rémy. O filme aborda questões sociais relevantes ao mundo pós 11 de setembro de forma ácida, bem humorada e extremamente emocional.
O filme é uma continuação de O Declínio do Império Americano , realizado pela mesma equipe nos anos 80.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Ampliado acesso a medicamentos e produtos do Aqui Tem Farmácia Popular

Retirado de Portal da Saúde 

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou nesta quarta-feira (20), em Brasília (DF), a ampliação do elenco de medicamentos oferecidos por meio do programa Aqui Tem Farmácia Popular, desenvolvido pelo governo federal em parceria com a rede privada de farmácias e drogarias. Portaria assinada pelo ministro, encaminhada para publicação no Diário Oficial da União desta quinta-feira (21), prevê a expansão do atendimento à população, que passará a ter acesso a fraldas geriátricas e a mais nove medicamentos indicados para o tratamento de seis doenças: asma, rinite, mal de Parkinson, osteoporose e glaucoma, além de mais um tipo de anti-hipertensivo.

As medidas anunciadas hoje vão beneficiar quase um milhão de pessoas por mês, que poderão adquirir os produtos com desconto de 90%. “Desde que foi criado, o programa contabiliza praticamente 50 milhões de atendimentos”, destacou Temporão, durante o anúncio de ampliação do Aqui Tem Farmácia Popular, no Palácio do Planalto. O programa foi originalmente criado em 2004 (Farmácia Popular do Brasil) para oferecer à população mais uma forma de obtenção de medicamentos. Em 2006, a estratégia foi estendida à rede privada de farmácias e drogarias (Aqui Tem Farmácia Popular).

Os 13.152 estabelecimentos conveniados ao Aqui Tem Farmácia Popular, em 2.336 municípios, já ofereciam medicamentos para o tratamento de hipertensão, diabetes, colesterol e gripe, além de anticoncepcionais. Todos eles também são distribuídos gratuitamente nas chamadas “farmácias básicas” do Sistema Único de Saúde para quem se consulta pelo SUS.

“Esta medida terá, com certeza, um gigantesco impacto do ponto de vista do acesso para muitas famílias brasileiras a esses medicamentos, que, lembro, continuam a ser distribuídos para o conjunto da população brasileira sem condições financeiras de adquiri-los. Esta estratégia em nada impacta a distribuição gratuita na rede SUS”, acrescentou o ministro.

Para ter acesso aos medicamentos e produtos oferecidos nas unidades conveniadas ao programa é necessário que o usuário apresente CPF, documento com foto e receita médica.

EXPANSÃO – O investimento do Ministério da Saúde na ampliação da lista de medicamentos e produtos oferecidos pelo Aqui Tem Farmácia Popular chegam a R$ 267 milhões. Os recursos já estavam previstos no orçamento de 2009 da Pasta. “O subsídio garantido pelo governo permite a redução do preço final do produto pago pelo paciente. Estamos cumprindo a meta de assegurarmos à população medicamentos essenciais, indicados para o tratamento de enfermidades prevalentes no país e por um custo cada vez menor aos usuários”, explica o diretor de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde, José Miguel do Nascimento Júnior.

Os novos produtos para o elenco do Aqui Tem Farmácia Popular foram definidos a partir de levantamentos sobre as doenças com maior número de prescrições na rede de saúde (pública e privada), como asma e rinite. Medicamentos para osteoporose, Parkinson e glaucoma, como também as fraldas para incontinência urinária, foram incluídos como forma de ampliar o acesso ao tratamento de problemas que afetam principalmente os idosos.

A preocupação do Ministério da Saúde com essa parcela da sociedade está diretamente relacionada ao aumento do número de brasileiros com mais de 60 anos de idade. Entre 1999 e 2009, a população idosa passou de 14,8 milhões para 21,7 milhões de pessoas, como apontou a Síntese de Indicadores Sociais do IBGE, divulgada este ano. A expectativa de vida neste período cresceu 3,1 anos. Para 2009, a expectativa de vida projetada para os brasileiros foi de 73 anos de idade.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

CNBB mobiliza mais de 10 mil paróquias para abraçar a causa da hanseníase

Ação apoiada pelo Ministério da Saúde tem objetivo de informar sobre prevenção, diagnóstico e tratamento. Números no Brasil caem desde 2003, mas doença ainda precisa ser monitorada 
Em uma ação inédita, a Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB) mobilizará 10,2 mil paróquias em todo o Brasil e igrejas cristãs para que, neste domingo (10), os sacerdotes e ministros da palavra falem aos fiéis sobre a hanseníase durante as missas ou celebrações dominicais. A iniciativa, que tem apoio do Ministério da Saúde, foi anunciada nesta sexta-feira (8), em Brasília, durante entrevista coletiva do secretário-geral da CNBB, Dom Dimas Lara. A mobilização visa a aumentar o conhecimento sobre a doença e superar o preconceito e o estigma com os doentes.

De acordo com Dom Dimas Lara, durante as cerimônias, aqueles que presidem as paróquias deverão falar aos fieis sobre a importância da prevenção, diagnóstico e tratamento da hanseníase, doença curável cujos medicamentos estão disponíveis gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS). “Nós enviamos uma carta para todas as dioceses do Brasil com sugestões de homilia, de modo que os padres e pregadores possam explicar melhor sobre a realidade da doença”, afirmou.

A inclusão da hanseníase nas missas e celebrações foi motivada pelo fato de que o tema do próximo domingo será o Evangelho de Lucas (capítulo 17, versículos 11 a 19), que narra a cura de dez “leprosos” em uma das peregrinações de Jesus Cristo. “Lepra” é o nome como a hanseníase era chamada no Brasil até 1976. O tema escolhido pela CNBB é “A Missão de Jesus continua hoje: Hanseníase tem cura”.

Para a diretora do Programa Nacional de Controle da Hanseníase, Maria Aparecida de Faria Grossi, a igreja pode ampliar a possibilidade de levar informação atualizada sobre a doença a todas comunidades brasileiras. “A capilaridade da igreja pode ajudar muito para que mais e mais brasileiros descubram tem ou não a doença, façam o diagnóstico precoce e iniciem o tratamento”, destacou.

INTERSETORIAL – A ação recebeu apoio das Organizações Globo e do ator Tony Ramos, que gravou um vídeo sobre a mobilização de domingo, sem cobrar cachê. Na TV Globo, o vídeo começou a ser veiculado no dia primeiro de outubro no estado do Rio de Janeiro, e para todo Brasil desde o último sábado (2). Outras duas emissoras também ofereceram espaço para veicular a chamada da mobilização – Canção Nova e Rede Vida. 
Para o coordenador nacional do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan), Artur Custodio, os números de casos no Brasil ainda são altos, mas não por falta de trabalho.

“Essa parceria é um exemplo de mobilização para o mundo. É importante que a sociedade civil crie uma cultura de cidadania, solidariedade, compaixão e compromisso do ser humano um com o outro”, afirmou.

DOENÇA NO BRASIL – O número anual de casos novos da doença vem caindo desde 2003 no Brasil. Naquele ano, foram 51.941 registros. Em 2009, foram 37.610 notificações. “Apesar da redução no número de casos, a doença se concentra nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e ainda é um problema de saúde pública, que exige vigilância permanente”, alerta Maria Aparecida. Com relação à transmissão entre menores de 15 anos, adotado pelo governo brasileiro como principal indicador de monitoramento da endemia para transmissão ativa da doença, o número de casos em 2009 foi de 2.669, contra 3.444 em 2006.

É importante que todas as pessoas com manchas brancas ou vermelhas ou áreas dormentes no corpo procurem o serviço de saúde. A doença é infecciosa e atinge a pele e os nervos dos braços, mãos, pernas, pés, rosto, orelhas, olhos e nariz. O tempo entre o contágio e o aparecimento dos sintomas é longo e varia de dois a cinco anos. A doença pode causar deformidades físicas, evitadas com o diagnóstico precoce e o tratamento imediato, disponíveis no SUS.

REFORÇO – Para reforçar a ação da CNBB, a coordenadora nacional da Pastoral da Criança, Irmã Vera Lúcia Altoé, enviou, no dia 23 de setembro, uma carta para todas as coordenações da entidade, convidando para participarem da mobilização do dia 10 de outubro. As lideranças da Pastoral da Criança também foram incentivadas a inserir o tema da hanseníase em suas atividades, como as visitas domiciliares e as reuniões de avaliação.

Essas ações são resultados de uma recomendação da Comissão de Hanseníase do Conselho Nacional de Saúde (CNS), formada por entidades da sociedade civil e áreas técnicas do Ministério da Saúde, entre os quais o Programa Nacional de Controle da Hanseníase. Também integram a comissão a Fundação Nacional de Saúde (FUNASA), Conselho Nacional de Secretários Saúde (CONASS), Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS), Morhan, Pastoral da Criança e Confederação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas, entre outros. Uma vez aprovada pelo CNS, a proposta teve o apoio da CNBB, do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC), dos Franciscanos e a Pastoral da Saúde. 

Confira nos links dos parceiros abaixo, a íntegra, das cartas, mensagens e orientações às coordenações, fieis e sacerdotes divulgadas pela CNBB e pastorais da Criança e da Saúde.


www.cnbb.org.br
www.pastoraldacrianca.org.br  

www.morhan.org.br

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Certificado


De portal R7 :
O Brasil entregou à Opas  relatório para poder receber o certificado de país livre do sarampo, apesar de três Estados terem registrado a doença neste ano. O documento foi entregue pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, ao Conselho Diretor da Opas, em Washington, nos Estados Unidos.

O Brasil é o primeiro país das Américas a pedir o certificado de eliminação do sarampo. Na última década, o número de casos no continente caiu 99%, passando de 135,9 mil em 1998 para 11 casos em 2009.

De acordo com o ministério, o Brasil não registra transmissão de sarampo desde 2000. A última vez foi em Mato Grosso do Sul. De 2001 a 2009, foram 67 casos confirmados. Em todos, os pacientes contraíram a doença em outros países ou em contato com infectados, os chamados casos importados.
Neste ano, foram confirmados casos da doença em três Estados: Rio Grande do Sul, Paraíba e Pará. A Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde explica que essas infecções estão relacionadas a pessoas que viajaram para a África do Sul e na Europa. Segundo o governo, essas confirmações não tiram a condição de o país ser considerado livre do sarampo.

No relatório, o governo brasileiro informa que conseguiu vacinar 95% dos grupos prioritários contra a doença.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Ministério da Saúde amplia atendimento contra o câncer no SUS

Fonte : G1 Brasil
" O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (25) a inclusão no Sistema Único de Saúde (SUS) de nove novos tratamentos para câncer de fígado e de mama, leucemia aguda e linfoma. O pacote de medidas também prevê ampliação, em até 10 vezes, do valor pago por 66 procedimentos já realizados por hospitais conveniados.


Foram liberados R$ 412,7 milhões para serem investidos na reestruturação da assistência em oncologia no Sistema Único de Saúde (SUS). “Esta é a maior mudança na atenção oncológica desde 1999, quando foi instituída a nova política para o setor. As alterações vão impactar de forma muito positiva na qualidade do atendimento dos 300 mil brasileiros que todos os anos acessam o Sistema Único de Saúde para o tratamento do câncer”, disse o ministro da Saúde, José Gomes Temporão."

link : http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/08/ministerio-da-saude-amplia-atendimento-contra-o-cancer-no-sus.html

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Dica de seminário

X SEMINÁRIO NACIONAL DO PROJETO INTEGRALIDADE: SABERES E PRÁTICAS NO COTIDIANO DAS
INSTITUIÇÕES DE SAÚDE





Coordenadores: Roseni Pinheiro e
Aluísio Gomes da Silva Jr.
Data:
20 a 22 de outubro de 2010
Horário:
das 9h às 18h
Local: 
Teatro Odylo Costa, Filho
Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Rua São Francisco Xavier, 524
Maracanã - Rio de Janeiro/RJ

O projeto “Integralidade: Saberes e Práticas no Cotidiano das Instituições de Saúde”, em sua terceira fase, constitui o eixo analítico, dialógico e estruturante das atividades do LAPPIS relacionadas a estudos sobre experiências inovadoras que vêm emergindo do processo de consolidação do SUS. Desde 2000, nossa atenção está voltada para a compreensão de sentidos e significados atribuídos ao princípio da integralidade e para a elaboração de ferramentas de análise de programas e serviços centrados nessa diretriz." 

terça-feira, 6 de julho de 2010

Portal De Saúde

O site  Portal de Saúde, do Ministério da Saúde possui uma área dedicada a informações a respeito da H1N1 com dados direccionados a gestores da campo da  saúde.  Contando com informes técnicos, epidemiológicos e protocolos atualizados mensalmente.

 Portal de Saúde H1N1

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Aula Inaugural


       No dia 24 /06 /2010, foi dado início as atividades do Curso de Especialização em Gestão de Saúde. A abertura dos trabalhos contou com a presença do presidente da Fundação de Saúde de Angra dos Reis ,Adilson Bernardo ; o superintendente da atenção básica Neucimar Duarte  e os demais representantes dos secretários de saúde dos municípios de Mangaratiba e Paraty.

      Realizada em Angra dos Reis, a aula inaugural do curso de Gestão de Saúde para as turmas da região da  Baía da Ilha Grande; Angra ,Paraty e Mangaratiba. Foi ministrada pelo professor Fred e pela professora Cleide, a aula, realizada no Hotel Serenar, abordou temas relacionados à disciplina de Sistemas  de Saúde e para isso, apresentou o vídeo Políticas de Saúde no Brasil , realizado pela Fundação Oswaldo Cruz e que se encontra disponível para download aqui no blog.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Sistemas de Saúde pelo Mundo

Sistemas de Saúde pelo Mundo
Paulo Frontelmo.

link: Pasta de arquivos

Observatório Português dos Sistemas de Saúde

"O Portal "gestão.saúde" pretende constituir-se como uma base de conhecimento sobre gestão de saúde relevante para o sistema de saúde português, centrada no Observatório Português dos Sistemas de Saúde"

http://www.observaport.org/

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Telesaúde Rj

O Núcleo de Atenção ao Idoso/UnATI está, sempre às terça-feiras de 14 às 16h, oferecendo um espaço para a segunda opinião formativa on line em geriatria. A equipe, coordenada pela médica-geriatra Profa. Luciana Motta, estará disponível para discutir casos, questões ou dúvidas com relação à abordagem ao idoso na atenção básica. Traga sua dúvida, participe!!!

Cordialmente,
Equipe TeleSSaúde RJ.
Para orientações sobre o acesso entrar em contato com: suporte@telessaude.uerj.br ou geriatria@telessaude.uerj.br
                                             http://www.telessauderj.uerj.br/ava/

S.O.S. Saúde


S.O.S. Saúde
Dir: Michael Moore

Polémico por apresentar temas relacionados as instituições e corporações falhas da sociedade americana, Michael Moore, diretor de filmes como Tiros em Columbine e Farenheit 11/09, tem como seu novo alvo o falho sistema de saúde americano.

No documentário S.O.S. Saúde o diretor aponta sua câmera para as vitimas do corporativismo monstruoso dos administradores do serviço de saúde dos Estados Unidos.

Casos chocantes são apresentados, assim como a ignorância de parte da sociedade diante de seus próprios direitos e dos serviços recebidos.

Médicos, administradores, todos parados no caminho devido a interesses de corporações ,e sua burocracia. Um retrato triste sobre um sistema feito para beneficiar os donos de empresas e a elite da sociedade. O filme mostra também exemplos de sistemas mais eficientes utilizados em outros países como Cuba e Canadá.
Você pode assistir o trailer clicando no link abaixo


quarta-feira, 26 de maio de 2010

Políticas de Saúde no Brasil

Políticas de Saúde no Brasil: um século de luta pelo direito à saúde" Documentário do cineasta Renato Tapajós, lançado pelo Ministério da Saúde em 2006. Na verdade é uma versão atualizada de um filme de 1982.



Link para download : Políticas de Saúde

terça-feira, 2 de março de 2010

20 anos do SUS

O curso de Gestão de Saúde realizou um documentário abordando os 20 anos do sistema e seu funcionamento em Nova Iguaçu.

dividido em três partes:
Parte 1


Parte - 2
 


Parte - 3

Edital 2010

EDITAL
ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE SAÚDE
1 º SEMESTRE
O Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) faz saber aos interessados que, até 04 de Janeiro a 12 de abril de 2010 , estão abertas as inscrições para o Curso de Especialização em Gestão de Saúde para turma com início no 1º semestre de 2010.
O Curso de Especialização em Gestão de Saúde visa a capacitar recursos humanos para a gerência de serviços e sistemas de saúde, propiciando ao aluno conhecimento dos principais métodos e técnicas nos processos de administração no campo da saúde.
O Curso de Especialização em Gestão de Saúde destina-se a portador de diploma de curso superior de formação específica e de graduação plena.

O local para as inscrições será na Secretaria do Instituto de Medicina Social, situada na Rua São Francisco Xavier, 524 – Pavilhão João Lyra Filho, 7º andar, Bloco D, Sala 7.003 – Maracanã, CEP 20550-900 - Rio de Janeiro - Telefones: 2334-0235 ramal 103.
O candidato deverá dirigir-se a Secretaria do Instituto de Medicina Social retirar o boleto bancário no valor de R$ 65,00 (sessenta e cinco reais).
Após efetuar o pagamento da taxa o candidato deverá retornar ao local de inscrição munido de 1(uma) via do boleto bancário, para preenchimento da ficha de inscrição em formulário próprio, além de apresentar, obrigatoriamente os documentos listados no item 2 do edital.
INSCRIÇÕES ONLINE:

Deverão ser realizadas no endereço: www.cepuerj.uerj.br no curso de Especialização em Gestão de Saúde localizado na Medicina Social (com a emissão de boleto online no valor de R$ 65,00 sessenta e cinco reais).


Endereço para maiores Informações:
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Curso de Especialização em Gestão de Saúde
Secretaria do Instituto de Medicina Social
Rua São Francisco Xavier, nº. 524 - Pavilhão João Lyra Filho – 7º andar – Bloco D – Sala 7003 – Maracanã.
Secretaria Acadêmica:

Horário: 10 às 16 horas. Telefone: 2334-0235, ramal 103; simone@ims.uerj.br

Coordenação técnica: 2334-0235 - ramal 129; cleide@ims.uerj.br; mariana.gestao@ims.uerj.br;